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Como Posso Parar de Gritar com Meus Filhos?



Um dos meus filhos entra pela porta e eu grito:


“Quantas vezes preciso dizer para não jogar a máscara no chão?”


Esse episódio soa familiar? Se não, tudo bem; você provavelmente já passou por algo semelhante.


Como posso parar de gritar com meu filho?


Você está gritando com seus filhos em função de alguma emoção negativa que está sentindo. Pode ser por uma frustração, raiva, culpa ou outra qualquer.


Você provavelmente não sabe o verdadeiro motivo pelo qual está sentindo essa emoção e por isso é difícil evitá-la.


O verdadeiro motivo é a história que você está criando em sua mente sobre o episódio que acabou de ter com seu filho.


Não estar ciente de nossos pensamentos enfraquece nosso arbítrio porque nossos pensamentos criam nossos sentimentos, e nossos sentimentos abastecem nossas ações.


Qual é a história ou os pensamentos que você criou em sua mente quando seu filho jogou a máscara facial no chão?


Você não quer trazê-los para a parte consciente de sua mente porque provavelmente você será muito dura consigo mesma por pensar o que está pensando.


Frequentemente, sentimos vergonha dos nossos pensamentos, embora, na maioria das vezes, não somos os culpados por sua existência.


Quando sentimos essa vergonha, optamos por ignorá-la para não termos acesso a ela, mas, o que alguns de nós não sabe é que ainda estamos sendo influenciados por ela.


É mais fácil culpar os filhos ou ir para o outro extremo e nos envergonhar, nos convencer de que não somos uma boa mãe, que não temos a capacidade para educá-los, por que continuar tentando? Usamos nosso passado como evidência de nosso comportamento presente.


Mas você sabia que existe outra alternativa?


Você pode escolher investigar a história que criou em sua mente com curiosidade em vez de julgamento. Sim! Você pode escolher não ser dura consigo mesma.

Você pode usar perguntas como:


O que será que eu estava pensando que me levou a ficar brava e gritar com as crianças?


Eram minhas expectativas em relação às crianças?

Eu pensei que eles deveriam saber que não deviam fazer isso?

Ou estava me sentindo culpada porque não descobrir uma maneira melhor de ensinar isso a eles? Ou pensei, ótimo, agora tenho que lavar a máscara?

Ou, amanhã quando precisarmos sair não vamos conseguir achar uma máscara?

Ou pode ser uma mistura de tudo isso.


Depois de descobrir quais eram esses pensamentos, tenha compaixão de ti mesma e das crianças.


Nossos hábitos e caráter são criados através desses pensamentos.


Daí a importância de reservar um tempo para refletir, sobre o que você está pensando.

Investigue com curiosidade e compaixão.


Em seguida, escolha intencionalmente; esse pensamento é algo que quero continuar acreditando?


Podemos não controlar os pensamentos que passam por nossa mente, mas podemos escolher acreditar ou não, se tivermos consciência disso.

Agora você pode ESCOLHER se gostaria de continuar gritando com as crianças ou não.



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